
A Alemanha tem tradição nos embutidos, como salsichas, que possuem cores e sabores variados. Aquele país também é famoso por vinhos, como os da uva Gewürztraminer ou a Riesling. Se uma região tem uma típica culinária, com pratos ou ingredientes icônicos, e também possuem bons vinhos, saiba que é possível unir as duas coisas sem muito erro. Sim, tomar a referência do prato regional, com a bebida regional, é possível criar uma harmonização “típica”, pois aqueles habitantes assim o fazem quando degustam comidas e bebidas locais em suas refeições.
Seguindo essa lógica, por que não um bom cachorro-quente (com uma boa salsicha, preferencialmente alemã ou de receita tipo-alemã) e um bom vinho alemão? Ou então, tomar as características do vinho alemão (principalmente um branco Riesling) e adaptar a um vinho de outra região, por semelhança?
Especialistas comentam que um bom cachorro-quente, isso mesmo, nada mais que pão, salsicha e seus costumeiros acompanhamentos e temperos, pode muito bem ser acompanhado de um vinho. No caso, equilibrando corpo leve e baixa acidez, um tinto Pinot Noir, branco Riesling ou melhor, um rosê Francês com seu cachorro-quente, a combinação fica incrível.
Por falar em rosês, opte por um com a coloração “casca de cebola”, mais para o tom “cobre” ou “bronze”, que busca replicar os tons dos rosados de Bordeaux, França. Um rosado espanhol também é uma ótima pedida.
Em nossa experimentação optamos pelo francês Ceressou, que combinou perfeitamente com o “dogão” que preparamos. Apenas salsicha, pão, condimentos, cebola e bacon. Uma explosão de sabores com simplicidade E o principal: super econômico. Os sanduiches não totalizaram 25 reais (total para duas pessoas). O vinho custou R$ 59,90. Juntos não dariam o valor de uma “saidela” a qualquer lanchonete, para casal. Você faz em casa, economiza e se delicia igualmente.
Fica a dica! 😉
